Chico Anísio – Por José Luís Carvalho dos Santos

Novamente, José Luís Carvalho dos Santos, professor, músico, compositor e escritor, brinda-nos com uma de suas belíssimas crônicas. Este filho do Piauí, radicalizado em Teresina, meu compadre, com a sensibilidade que lhe é peculiar rende homenagem póstuma a um dos grandes expoentes do mundo artístico brasileiro. Ao abrir este espaço, desejo evidenciar também o meu respeito e a minha saudade ao admirável Chico Anísio. Mais um que não morre; apenas, se muda.

Este 23 de março de 2012, sexta-feira, vai ficar marcado como uma data singular no calendário brasileiro. […]

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Inocência

No distante ano de 1956, quando cursava a 4ª. série ginasial no Ginásio 7 de Setembro, havia no jornal “Correio do Ceará”, de Fortaleza, uma página semanal intitulada “Vida Colegial” que se destinava a divulgação de matérias relacionadas a professores e estudantes. Devo ao seu editor, professor José Maria Campos de Oliveira, a oportunidade de ver, pela primeira vez, aos 15 anos de idade, o meu nome veiculado na imprensa cearense já que ele me confiou a missão de escrever a coluna “Miscelânea Estudantil”, inserida no espaço sob sua responsabilidade. Foi de lá que transcrevi a presente crônica, portanto, no linguajar metafórico, “tirada do fundo do baú”.

Obs.: No post “José Maria Campos de Oliveira”, o leitor encontrará referências sobre o meu relacionamento com o saudoso educador, um dos mentores de minha vida.

Aproveito, hoje, estas linhas de minha crônica, para falar a respeito de um livro que li e que, com seu conteúdo, alimento, beneficamente, minha imaginação e meu espírito.
Não sei se é por almejar uma vida livre, sem grilhões e sem grades, que considero Inocência o melhor e mais comovente romance lido, até hoje, por este estudante enamorado da literatura. […]

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